sexta-feira, 2 de maio de 2008

Copiar é preciso

[por

IDEC-Revista n° 120 - Abril de 2008]

Pesquisa do Idec revela que a falta de livros nas bibliotecas, seus altos preços ou mesmo sua indisponibilidade nas livrarias, dificultam o acesso dos estudantes às obras da bibliografia básica.

Um levantamento realizado pelo Idec concluiu que o estudante universitário brasileiro tem acesso limitado ao conhecimento contido na bibliografia básica dos cursos universitários. Nas bibliotecas de treze deles, pesquisadas pelo Instituto, faltam em média 34% dos livros recomendados. Em uma delas, esse percentual chegou a 58%. Outro fator observado foi o preço das obras. Caso fosse adquirir todos os livros recomendados, o estudante gastaria, em média, quase R$ 3.400 no decorrer de sua graduação. E, em alguns casos, ainda mais: R$ 5.838 ou até R$ 12.255. Já o valor que o aluno gastaria na compra dos livros não disponíveis nas bibliotecas equivale a 23% (média) do custo total com a bibliografia.

Também é muito grande o número de títulos esgotados adotados no ensino superior. Dentre os 34% de livros não disponíveis nas bibliotecas, 44% tampouco foram encontrados no mercado. Esse percentual sobe para 74% em um dos cursos de Administração pesquisados. Ou seja, mesmo que tenha condições de comprar, o aluno poderá não encontrar os livros de que precisa para seus estudos.

Para o Idec, o baixo número de títulos nas bibliotecas, o alto preço das obras e a falta de vários títulos no mercado, além da ausência de uma política nacional que fortaleça as bibliotecas, demonstram que para promover o acesso ao conhecimento é necessária a utilização da cópia reprográfica. Feita a partir dos próprios livros das bibliotecas ou do acervo de professores, a prática teria a função de suspender a barreira que há entre os estudantes e a bibliografia básica de seus cursos.

A partir dos principais dados revelados pela pesquisa do Idec, cujos resultados parciais já haviam sido divulgados em maio de 2007 (veja edição 111 da REVISTA DO IDEC), sobram argumentos para que, no mínimo, seja colocada em discussão a limitação de fotocópias de textos por parte dos alunos, em nome da proteção do direito autoral.

"A idéia do levantamento surgiu com a insatisfação dos universitários devido à falta de acesso aos livros e com o aumento das apreensões de material copiado nas instituições, a partir de 2005", afirmou Luiz Fernando Moncau, advogado do Idec responsável pelo levantamento. A reação dos alunos a essas ações, assim como aos diversos processos judiciais movidos pela Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR) contra universidades e estudantes, culminou na criação do Movimento Copiar Livro é Direito, em maio de 2006, no Diretório Acadêmico do curso de Administração da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

POUCOS EXEMPLARES

Dos 659 títulos recomendados pela bibliografia básica dos oito cursos particulares pesquisados (veja quadro), 32% não estavam disponíveis nas bibliotecas. E o número de exemplares por 100 alunos ficou entre 1 e 20. Em Economia, foram encontrados 11 exemplares para cada 100 alunos, em média. No caso de Administração, 7 para cada 100, em média. E em Direito, apenas 3 exemplares para cada 100 alunos, novamente em média.

Nas duas universidades públicas constantes no levantamento, dos 226 livros recomendados pelos 5 cursos pesquisados, em média 38% não estavam disponíveis em suas respectivas bibliotecas. Já o número de exemplares para cada 100 alunos variou entre 3 e 9, nas 5 bibliografias pesquisadas (veja tabela).

Enquanto um grupo de 100 alunos nos Estados Unidos e na Europa conta, em média, com 20 livros, aqui, segundo o levantamento do Idec, eles têm à disposição apenas 7,5 livros. Nos Estados Unidos e em muitos países europeus, o padrão das bibliotecas é de 1 exemplar para cada 5 leitores, segundo o estudo A economia da cadeia produtiva do livro, publicado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

"Faltam políticas nacionais que estruturem as bibliotecas", afirma Fábio Sá Earp, um dos autores do estudo do BNDES. "No Brasil, embora não sejam poucas, as bibliotecas são pobres, isoladas, mal administradas e vítimas constantes de roubos. É impossível cobrá-las pela falta de exemplares, já que não há verba para que acompanhem o crescimento do mercado editorial." Para ele, tanto as bibliotecas públicas quanto as particulares deveriam ser subsidiadas pelo governo e pela iniciativa privada.

VALORES ALTOS

No curso de Administração das particulares, a média do gasto com a bibliografia básica completa seria de R$ 1.386, mas em uma das instituições chegaria a R$ 2.543. No de Economia, o gasto médio ficaria em R$ 1.850. Já no curso de Direito, o valor médio subiria para R$ 7.795, podendo atingir os estratosféricos R$ 12.255 já citados, em uma faculdade particular do Rio de Janeiro.

Nas faculdades públicas, foi possível constatar uma variação grande, entre os cursos, das quantias a serem investidas em livros. No Rio de Janeiro, o total referente aos livros do curso de Administração ficaria em R$ 206. Para o mesmo curso, em uma instituição de São Paulo, a quantia seria de R$ 4.665.

Vale lembrar que os valores levantados pela pesquisa do Idec podem ser ainda maiores, já que para 8 dos 13 cursos pesquisados não foi possível encontrar à venda nas livrarias todos os livros indicados.

INCENTIVOS?

Enquanto faltam subsídios para as bibliotecas, sobram para as editoras, que os recebem desde a década de 1960. "O total subsidiado chega a 1 bilhão de reais ao ano, o dobro do orçamento do Ministério da Cultura", diz o professor Pablo Ortellado, um dos coordenadores da pesquisa "O mercado de livros técnico-científicos no Brasil", da Universidade de São Paulo (USP). Em dezembro de 2004, o governo concedeu novas isenções, relativas ao PIS/Pasep (Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) e à Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). A idéia era que, assim, se estimulasse a redução do preço do livro, o que não aconteceu.

Números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) demonstram que, entre 2005 e 2007, o preço médio do livro, na realidade, subiu. Em 2007, o aumento foi de 5,21%, acima dos 4,46% da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Outro dado revelado no estudo da USP é que, nos cursos de "excelência acadêmica" (classificados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, a Capes), 86% dos livros foram escritos por autores subsidiados por instituições públicas. Já nos cursos de "sucesso comercial", com mais alunos inscritos (classificados pelo Ministério da Educação), o mesmo ocorre com um quarto dos livros recomendados. "Mesmo que o conteúdo tenha sido feito com dinheiro público, é preciso autorização para a cópia", afirma o pesquisador. "É a apropriação do bem público pela iniciativa privada."

Democracia: utopia ou transvestimento?


[por Amilton Augusto]







Fico a pensar: "vivemos em um país de regime democrático?". Acho que não! E, em uma reflexão menos simplista, vejo que vivemos em uma oligarquia disfarçada com rótulo de democracia. Tudo "para inglês ver", ou usando um jargão em termos tupiniquins: "para brasileiro desinformado acreditar".

A palavra democracia surgiu na Grécia Antiga, mais especificamente em Atenas, por volta do ano 505 a.C e significa "poder da maioria". Também na Grécia Antiga, o modelo político foi inventado. Os gregos eram um povo realmente preocupado e participativo nas questões políticas (sorte deles, que naquela época não existiam a política de "pão e circo" ou o Big Brother Brasil, para infectar as mentes das massas e massacrá-las), participar do senado era bem mais que um dever, mas, também, uma questão de status social. Porém, estes povos eram excludentes e, não aceitavam qualquer um como cidadãos (somente cidadãos tinham direitos políticos). Mulheres, escravos, estrangeiros, pobres e crianças não eram aceitos no senado. Este grupo representava a grande maioria da população; nascia, então, a grande falha da democracia grega: no governo das maiorias, somente alguns (os melhores ou os aristóis (aristocratas) tinham direitos efetivos no poder.

Trazemos agora para o atual: Brasil, século XXI, ano 2008. Nós brasileiros, maiores de 16 anos, homens, mulheres, homossexuais e indefinidos, independentemente da condição social e religiosa, temos o direito de nos candidatar e/ou votar no nosso político, que dizem ser "nosso representante". Tenham certeza e a "santa paciência", meus representantes eles não são, mesmo que eu tenha votado neles. Alguém que lhe apresenta propostas belamente maravilhosas e depois lhes rouba o dinheiro público para comprar tapioca o representa? A mim não!

Nosso processo eleitoral é referência em várias partes do mundo por não haver grandes possibilidades de fraudes e pela rapidez, mas, mal sabem os gringos que, com a mesma agilidade com que as urnas eletrônicas nos dão os resultados, os candidatos eleitos se corrompem, e jogam sua idoneidade da pré-eleição água abaixo. As propostas, planos e projetos que beneficiariam os pobres, são agora, meras imagens de segundo plano.

Escolhemos nossos candidatos, não é? E agora?... Somos obrigados a aturá-los por quatro anos, com todas as suas falcatruas e pilantragens? Não, não somos! Existem inúmeras possibilidades de tirarmos do poder esses picaretas. O que nos falta é vontade. Aos políticos desonestos ficam as perguntas: E os direitos da maioria? E as propostas que beneficiariam as pessoas pobres? E as reformas favoráveis ao povo? Aos brasileiros, contudo, a massa brasileira: Cadê a vontade do brasileiro de lutar? Até quando assistiremos a tudo? Não nos deixemos que frases midiáticas como "sou brasileiro e não desisto nunca" nos façam acomodados e palhaços. Palhaços espectadores de si mesmos!

terça-feira, 29 de abril de 2008


Para o fim do preconceito

[por Valter Bernardo]

Se o ocidente cada vez mais faz uso da cultura oriental, isso não quer dizer que o preconceito vem diminuindo. Pelo conhecimento superficial que nós ocidentais, de uma maneira geral, temos dos povos do oriente, emitimos muitas vezes juízos discriminatórios e preconceituosos.
O livro de Albert Hourani- Uma História dos Povos Árabes(companhia das letras-2001), vem trazer um proveitoso esclarecimento histórico sobre os árabes, especificamente os mulçumanos árabes. Com toda a trajetória do islamismo, desde o seu início até a década de setenta, Hourani nos põe em contato com uma cultura surpreendente que, como todas, é cheia de especificidades e conflitos. O livro nos abre a um novo mundo e nos faz entender a origem dos confrontos no oriente médio que duram até os dias de hoje.
Assim a leitura de Hourani ilumina nossos olhos pra uma visão sem preconceitos acerca dos povos orientais, de maneira especial, para a sociedade mulçumana. Com uma linguagem fácil o autor nos prociona uma leitura agradável e rica e que só tem a nos acrescentar.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Grass

[por Amilton Augusto]

Ao contrário de uma apologia barata e impensável, Grass (Maconha em português) é um corajoso documentário que nos conta a história da Maconha nos EUA e faz várias análises a respeito.

É uma visão nada tradicional da guerra contra a maconha e as bizarras campanhas estudos-unidenses contra a erva misteriosa. Os bilhões de dólares gastos, as estranhas campanhas publicitárias vinculadas pela mídia ianque, o mito e os interesses políticos, desde 1920 até os dias atuais, são os principais alvos deste filme.

Além de uma segunda visão, a produção nos mostra uma visão crítica que todos nós devemos ter para acabar com o preconceito e quem sabe criar um CONCEITO.


Ficha Técnica

Título Original: Grass

Título Nacional: Maconha

Gênero: Documentário

Ano de lançamento: 1999

Duração: 78 minutos

Direção: Ron Mann

Trecho do filme

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Êta “povinho” que sofre


[por Valter Bernardo]

A primeira vez que ouvi falar de Dubai, na verdade não só ouvi, mas assisti uma reportagem sobre as maravilhas da cidadela dos Emirados Árabes, fiquei estagnado, não podia acreditar no que os meus olhos contemplavam. Hotéis de trinta andares com colunas de até cento e cinqüenta toneladas de ouro, pista artificial de neve para a prática de esqui coberta por uma bolha, shoppings mais resplandecentes que os cassinos de Las Vegas, praias, ilhas artificiais em forma de palmeira put’s parecia mentira holywoodiana. Mas o que mais me impressionou além das maravilhas arquitetônicas foi as condições de vida das pessoas que moravam lá (que apareceram na reportagem, é claro). Alguns médicos, engenheiros brasileiros com salários de 100 a 160 mil dirhams (cerca de 50, 80 mil reais), já que a renda média por habitante ultrapassa os US$ 40.000 (cerca de R$ 73.100), pensei existir o lugar da “utopia comunista”, o “país (cidade) das maravilhas”. Que trouxa (opa!), que pena, estava enganado.

Agora me sinto envergonhado de ter pensado assim e ter sido mais uma vítima iludida da mídia televisiva. Só pude enxergar a outra face da moeda após a publicação de uma matéria no jornal francês Le Monde (01/2008) sobre os direitos trabalhistas no Golfo. Há cinco meses uma rebelião tomou conta de Sonapur, um bairro distante do centro de Dubai, onde mora uma grande quantidade de trabalhadores. Milhares de operários da companhia de construção civil Arabtec, vindos de varias regiões (Paquistão, Índia...) entraram em greve e reivindicavam um aumento no salário de 400 dirhams (+ou – R$200) para 900 dirhams (+ou- R$450), pediam também passagens duas vezes ao ano para visitarem a família e o reembolso dos medicamentos. Os grevistas naquele dia foram embora cheios de esperança e nem se importaram em dormir com mais cinco ou seis pessoas num quarto de aproximadamente 7 m2 como acontece na maioria das casas em Sonapur, por uns dias nem sentiam mais o cheiro de esgoto que tomava conta da água que bebiam, não mais reclamaram de almoçarem nas cozinhas improvisadas em meio às construções. Contudo, segundo Claire Gatinois do jornal Le Monde “o caso foi abafado, mas não solucionado”, (Que surpresa!).

Depois de dois meses os proletários receberam 100 dirhams (cerca de R$50) a mais para a alimentação. Que alegria! Os operários poderão comprar uma marmita nova, tomar um copo de leite no café da manhã, um quibe a mais no almoço e quem sabe se economizarem poderão comemorar o aniversario com bolinho e suco na companhia dos amigos.

A tentativa não fracassou totalmente. Para os Emirados que buscam atrair os turistas ocidentais a repercussão do fato na mídia internacional não caiu muito bem. Com isso os representantes do Emirado Árabes Unidos, do Bahreim, Qatar e Kuait resolveram se reunir com os países asiáticos que “fornecem” 80% dos trabalhadores, para discutirem sobre os direitos trabalhistas.

Os PS’s (proletários e simpatizantes) esperam (vício esquerdista) que os resultados dessa cúpula inédita sejam significantes e que Alá ouça a voz do doutor Walee Al-Alawi – ministério do trabalho no Bahreim – “[...] é preciso encontrar meios de proteger esses trabalhadores”.

Voltando os olhos para nossa terra de “palmeiras onde canta o sabiá” vemos que a coisa aqui também anda feia. De acordo com o IBGE o trabalhador brasileiro está ganhando menos que em 2002, apesar de o número de pessoas no mercado de trabalho ter aumentado. Em 2002 entre março e dezembro o rendimento médio foi de R$1205,39 e em 2007 no mesmo período, 5% abaixo, R$1145,08. Mas espere aí; um país auto-suficiente em petróleo, com um aumento considerável de exportações (principalmente grãos) nos últimos cinco anos, mais pessoas trabalhando, maior produção, um salário que aumenta, mas ainda estamos ganhando menos que há cinco anos atrás? A mais-valia continua longe dos bolsos dos proletários. E outra coisa, se a renda media é de R$1145, alguém está com a minha outra metade.

Diante desses fatos vale a pena comentar o que o senhor da Microsoft, o primeiro, segundo, ou terceiro (não importa) homem mais rico do mundo, Sr. Bill Gates, disse em reunião no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça. Ele pediu aos líderes econômicos e empresariais que incentivassem “uma nova aproximação ao capitalismo criativo no século XXI[...] para impulsionar a inovação tecnológica e reduzir as desigualdades”, mas não foi incrível criatividade desse sistema que criou o maior fosso de desigualdade entre os homens? E não foi graças a sua dinâmica que se formou o sistema de competição mais desigual, injusto e desumano que o homem já conheceu? Terá de ser mesmo muito criativo para “descriar” que ele próprio criou.

Planeta Febril

[por Amilton Augusto]

A Terra está em alerta! Salve-se quem puder - ou melhor, nos salvemos em união. Foi acionado o botão vermelho e tocada a sirene de aviso: temos menos de cinqûenta anos para reduzir pela metade a emissão de gás carbono céu acima. Se isso não acontecer, nós, Homo sapiens (sapientes ou não) e toda a biodiversidade estará fadada a morrer engolindo "sacos de fumaça", feitos em entrega delivery nos nossos cômodos domicílios, ou quem sabe, faremos, todos, parte um cozido humano, preparado pelas ações inversas de nossos modernos ares-condicionados.

Acomodados com as facilidades trazidas pela tecnologia, esquecemos quase sempre, que o planeta está doente, está febril. Os dinossauros foram alvos de extinção há milhares de anos, mas agora, o alvo é uma espécie chamada Homem. É comum vermos na televisão, propagandas emotivas de ongs. Essas chamadas martelam e ecoam em nossas mentes, e nos fazem refletir (às vezes não) sobre o nosso futuro, e infelizmente desaparecem feito mágica quando o próximo bloco da novela ou do filme hollywoodiano recomeçam. Filmes e novelas estes que consomem toneladas e toneladas de materias, que ao fim da produção se tornarão quase todos lixo, mero lixo, contribuindo para que sejamos traídos pela nossa própria hipocrisia.

As soluções? Ora! Essas são várias: trocar o carro pelo transporte coletivo ou pela bicicleta; não jogar lixo na rua; fazer coleta seletiva; não queimar; não desmatar; plantar árvores; tratar o esgoto da cidade; consumir menos; optar por produtos biodegradáveis e com menos embalagens... São todas soluções primárias e estão ao alcance de todos. Mas, quando estas soluções ameaçam o conforto individual, surgem então as célebres frases: "que se dane a sustentabilidade", "quando o mundo acabar, não estarei mais aqui", "sozinho não posso fazer nada", e a displicência humana põe em cena a sua condenação.

São Paulo tem expectativa de vida menor em relação a outras regiões do Brasil em 1,5 anos devido á poluição. Um ser humano consome em média 3,5 quilos de lixo por dia, o mundo aquece cada ano mais e o caos se estampa pouco a pouco (ou talvez depressa demais). Qual será nosso fim? Quanto tempo demorará para chegarmos ao fim? Quando vamos realmente nos conscientizar do tamanho do problema? Não é utopia achar que se esta atitude começar de você, de mim, ou do seu vizinho o mundo estará menos febril, menos enfermo. Levante, pense, comece!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

A primeira vez...

Bem vindos ao Rodízio Cultural!


Rodízio Cultural é um espaço divulgador de idéias alternativas e culturais. Fornecer informações, suscitar discussões sobre assuntos polêmicos que envolvem arte, filosofia, política, história, sociologia, com o objetivo de buscar o diálogo com diferentes opiniões sobre temas polêmicos da vida humana e desenvolver um senso crítico, com intenção de quebrar barreiras do preconceito e do senso comum.